
Deitada, busco sonhos e descanso. Sobre uma tempestade de dúvidas, inevitáveis, sentimentos me possuem. Nunca sentidos, mas imaginados, outrora, em tempos melhores.
Eis o sentimento, o vazio. Com veemência, o nada me incorpora a alma, penetrando-me cada vez mais profundamente. Rapidamente, questões vêm e vão. Uma questão pertuba-me a existência: para que a vida com necessidades e caprichos saciados? A busca de uma vida melhor, confortável; para quê? Por quê?
A vida já não tem sentido. Desejo morrer. Mas a morte não tem sentido. Nada faço, nada quero. Ainda assim, a tempestade continua. São os sentimentos que surgem... Ressurgem. Enfim, tudo acaba. Eu adormeço profundamente.
Eis o sentimento, o vazio. Com veemência, o nada me incorpora a alma, penetrando-me cada vez mais profundamente. Rapidamente, questões vêm e vão. Uma questão pertuba-me a existência: para que a vida com necessidades e caprichos saciados? A busca de uma vida melhor, confortável; para quê? Por quê?
A vida já não tem sentido. Desejo morrer. Mas a morte não tem sentido. Nada faço, nada quero. Ainda assim, a tempestade continua. São os sentimentos que surgem... Ressurgem. Enfim, tudo acaba. Eu adormeço profundamente.
Autora: Ana Amélia 3° 'A' Manhã
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